quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Área Metropolitana do Porto ( AMP )

O Porto é uma grande área metropolitana portuguesa, com sede na cidade do Porto, que agrupa 14 concelhos que no censo de 2001 totalizavam 1 759 958 habitantes em cerca de 1573 km² (densidade populacional próxima 1119 hab/km^2). Esses concelhos são:

Arouca
Espinho
Gondomar
Maia
Matosinhos
Porto
Póvoa de Varzim
Santa Maria da Feira
Santo Tirso
São João da Madeira
Trofa
Valongo
Vila do Conde
Vila Nova de Gaia

Nota:
Ao que tudo indica, parece que em Portugal as Grandes Áreas Metropolitanas "não clássicas", irão perder importância, subsistindo apenas as de Lisboa e Porto. Os concelhos de Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra, actuais membros da Grande Área Metropolitana de Aveiro irão, a curto prazo, pedir a transferência para a Grande Área Metropolitana do Porto, por forma a que todo o Entre Douro e Vouga permaneça coeso. Deste modo, a Grande Área Metropolitana do Porto irá abranger mais dois concelhos e verá a sua população aumentada em cerca de 100.000 habitantes. A anexação destes dois municípios fará com que a densidade populacional da Grande Área Metropolitana do Porto se situe próximo dos 1.000 hab/km^2.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_%C3%81rea_Metropolitana_do_Porto

A minha opinião: Postei esta informação, porque eu achei interessante a para além disso é para consolidação de conhecimentos bem como a informação da AMP.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Programa Polis

1. O que é o Programa Polis?

- é um programa nacional de requalificação urbana e valorização ambiental das cidades;
- insere em si uma visão estratégica renovada do ambiente e do ordenamento do território;
- permite a eleição para a requalificação de meios urbanos com importância estratégica para o desenvolvimento do nosso país;
- tem como preocupação fulcral o "ambiente das cidades", porque a vida urbana acarreta problemas ambientais gravíssimos, ligados à saúde publica, como por ex. o ruído ou o excesso de trânsito automóvel. Contudo os cidadãos precisam de viver nos pólos urbanos porque lhes facilita a vida quotidiana, permitindo-lhes elevados níveis de conforto, atracção e lazer;
- actualmente, a tendência é para um desenvolvimento económico e social desarticulado dentro de uma sociedade global, com índices preocupantes a nível do sector terciário, inserido em pólos urbanos onde o ambiente e as atractividades não lhes oferecem qualidade;
- tendo em vista as cidades portuguesas, que têm características muito próprias e especificas, é necessário valorizar cada uma delas, residindo ai a sua própria diferenciação e atractividade;- assim, ambiente e requalificação são inseparáveis, o Programa Polis pretende ultrapassar a ideia de pequenos problemas e promover uma verdadeira acção de desenvolvimento sócio-ecomómico e de melhoria da qualidade de vida dos portugueses.

2. Quais são os principais objectivos do Programa Polis?

- o principal objectivo do Programa Polis é melhorar a qualidade de vida das cidades, através de intervenções nas vertentes urbanística e ambiental, melhorando a atractividade e competitividade dos pólos urbanos;
- pretnde desenvolver um conjunto de intervenções consideradas exemplares que possam servir de referência para outras acções a levar a cabo pelas autarquias locais;
- Tem como objectivos específicos:
a) desenvolver grandes operações integradas de requalificação urbana, com uma forte componente de valorização ambiental;
b) desenvolver acções que contribuam para a requalificação e revitalização das cidades e que promovam a sua multifuncionalidade;
c) apoiar outras acções de requalificação, que permitam melhorara a qualidade do ambiente urbano e valorizar a presença de elementos ambientais estruturantes tais como as frentes de rio ou de costa;
d) apoiar iniciativas que visem aumentar as zonas verdes, promover áreas pedonais e condicionar o trânsito automóvel nas cidades.

Fonte: http://www.coimbrapolis.pt/faqs.php

A minha opinião: eu postei estas informações sobre o programa polis, porque reparei que este programa consiste em reparar/solucionar os problemas urbanos mais frequentes que existem no nosso país, nomeadamente problemas como a prostituição, a degradação de edifícios, engarrafamentos relativos ao grade número de automóveis usados, pois cada vez mais regista-se um automóvel por família, etc.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A Área Metropolitana de Lisboa ( AML )

A Grande Área Metropolitana de Lisboa trata-se de uma região que engloba 18 municípios da Grande Lisboa e da Península de Setúbal. É o maior centro populacional do país, com 2 760 549 habitantes (2004), cerca de um quarto da população portuguesa.

Constitui uma região estatística (NUTS II) e uma entidade de nível intermédio da Administração Pública Local, de natureza associativa. Tendo essa natureza, visa a prossecução de interesses comuns dos municípios que a integram.

Os municípios que compõem a Grande Área Metropolitana de Lisboa são 18, agrupados em duas subregiões: Grande Lisboa e Península de Setúbal.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_%C3%81rea_Metropolitana_de_Lisboa

A minha opinião: postei estas informações sobre a AML, apenas para a maior consolidação de conhecimentos sobre a mesma.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Mensagem do Vice-Presidente da Junta Metropolitana

Foi criada no âmbito da Junta Metropolitana de Lisboa a Unidade de Compras Electrónicas (UCE-AML), iniciativa pioneira a nível nacional, dirigida à Administração Local, envolvendo grande parte dos Municípios que integram a Área Metropolitana de Lisboa.

A Unidade Metropolitana de Compras pretende agregar as necessidades de aquisição dos Municípios, em matéria de material de escritório e consumíveis de informática e lançar, num acto único, os processos aquisitivos para o conjunto dos Municípios envolvidos, possibilitando, assim, a obtenção de vantagens económicas significativas nas aquisições, quer ao nível financeiro, quer pela redução dos custos globais, associados a todo o processo.
Este projecto está apoiado nas Tecnologias de Informação e Conhecimento, e enquadrado no Programa Nacional de Compras Electrónicas.
Pretendemos com este projecto assumir a dimensão metropolitana numa vertente de utilidade prática para os Municípios dando início a uma experiência supra municipal de serviços partilhados, cujos resultados, estamos certos, não deixarão de contribuir para uma melhor eficácia da acção municipal e para a afirmação da Área Metropolitana de Lisboa.
Do ponto de vista dos Municípios estamos convictos que a introdução das compras electrónicas na gestão municipal, representa mais um passo na modernização, racionalização e simplificação de processos, que todos nós, Autarcas, pretendemos introduzir nos nossos Municípios, a bem da boa gestão e da eficácia do serviço público que prestamos aos cidadãos que nos elegem, em cada um dos Concelhos. Pretendemos uma Administração Local moderna eficaz, que utilize a plenitude dos recursos tecnológicos que estão hoje à nossa disposição responda aos desafios do tempo presente.
Por isso, nos envolvemos neste projecto, com a convicção de que, com o empenhamento de todos - político e técnicos - a experiência que agora se inicia poderá ser um marco significativo na construção de uma nova imagem das autarquias, junto dos agentes económicos e dos cidadãos.

José Maria Ministro dos SantosPresidente da Câmara Municipal de Mafra Vice - Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa
A minha opinião: Eu concordo com o senhor presidente da junta da freguesia de Lisboa, pois penso que a UMC trás não só vantagens, como é uma opção viável para o país no sentido do seu desenvolvimento. Trás lucros e acho que é uma opção que contribui bastante para uma nova imagem da mudança de Portugal.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

A Expansão Urbana

A expansão urbana tem-se feito à custa das áreas periféricas das cidades por diferentes factores. As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, resultando dessa expansão, são aglomerações urbanas de grande dinamismo e polarizadas do desenvovimento regional e nacional. Os factores de expansão urbana são os seguintes:

  • o crescimento demográfico ( em termos de natalidade é maior nas áreas rurais e menor nas áreas urbanas, não sendo portanto muito notório );
  • a dinâmica da construção civil;

  • o desenvolvimento das actividades económicas, o que proporciona um maior nível de empregos;

  • o desenvolvimento dos transportes e das infra-estruturas viárias, que é bastante significativo devido aos grandes engarrafamentos nas maiores cidades.

  • o aumento da taxa de motorização das famílias

Suburbanização e Periurbanização

A suburbanização é originada através da expansão urbana, que se faz à custa das áreas periféricas das cidades. Suburbanização não é mais que a ocupação dos subúrbios. Ela tem impactes sociais e territoriais que são:

  • a intensificação dos movimentos pendulares cada vez mais complexos;

  • o aumento das despesas, fadiga e stress;
  • a falta de equipamentos colectivos e a fraca oferta de serviços;

  • a proliferação de loteamentos clandestinos e aparecimento de bairros de habitação precária;

  • a ocupação de solos agrícolas e florestais

Muitas áreas suburbanas ganharam vida própria, oferecendo funções cada vez mais diversificadas e a sua dependência face à grade cidade diminui à medida que cresce a relação de complementaridade.
A periurbanização é o crescimento de áreas rurais que podem vir a adquirir características urbanas. As suas principais características são:

  • a localização difusa da função residencial e das actividades económicas;
  • vantagens em relação à acessibilidade, custo de solos e a qualidade ambiental










Reflexão Crítica

Bem, antes do mais, queria desejar um Feliz Ano 2008 a todos.
Relativamente ao meu blog, para ser sincero, logo no início do 1º período, eu demonstrei um grande interesse por ele, até que perdi a noção total que tinha de actualizá-lo.
Chegou o fim do período e ao que parece não ficou suficientemente decente, estava bastante incompleto e tinha previsto publicar coisas interessantes e acabei por não fazê-lo.
A nota, sinceramente, foi bastante justa, mas decerto que se me esforçar mais um pouco, terei melhor nota e ficará um blog digno, exemplar e bem informativo para as pessoas realemente não só perceberem o trabalho que tive a construi-lo, mas também para ficarem a saber matérias que não sabiam ou que se já tinham esquecido.
Neste 2º Período, tenciono melhorá-lo, no sentido de colocar matérias dadas na aula e também notícias sobre as mesmas.
Já agora gostaria de agradecer a quem me foi comentar o blog, apesar da sua insuficiência.
Obrigada!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Trabalho sobre a Urbanização

Taxa de Urbanização em Leiria em 2001

Total de Edifícios em 2001


.As zonas de Leiria, Pombal e Alcobaça apresentam os maiores registos de edifícios no ano de 2001, seguindo-se depois valores que rondam entre os 10000 e os 20000 edifícios, que é o caso de Caldas da Rainha, Marinha Grande e Peniche.



Total de Alojamentos em 2001


.As zonas que registaram, em 2001, um maior número de alojamentos foram as zonas de Leiria, Pombal e Alcobaça. Foram estas zonas também, as mesmas a atingirem o maior número de edifícios no ano respectivo. Isto significa que as zonas já indicadas são as que têm uma maior taxa de urbanização.

.O distrito de Leiria regista um maior número de alojamentos que de edifícios, o que representa a tendência de uma evolução do distrito na vertical.


Trabalho realizado por:
- Rúben Nunes 11º C nº17

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Características do sistema agrário das diferentes regiões agrárias

O território nacional está dividido em nove regiões agrárias que apresentam sistemas agrários diferenciados.
Essas nove regiões são: entre Douro e Minho, Trás-os-Montes, Beira Litoral, Beira Interior, Ribatejo e Oeste, Alentejo, Algrave, Açores e Madeira.
O tipo de agricultura predominante no país é a a intensiva, excepto mais no interior do país em que ela tem tendência para ser extensiva. Associado ao tipo de agricultura está as estruturas fundiárias, e existe uma relação entre elas as duas, as agriculturas intensivas, têm normalmente espaços pequenos, ou seja, terrenos de pequena dimensão e talvez média, enquanto que na extensiva, os terrenos são de média e grande dimensão.
Quanto à criação de gado, esta varia entre o gado bovino, suíno, ovinos e caprinos, onde se regista um maior número deles nas regiões da Beira Interior e Alentejo.
E relativamente, às formas de exploração, elas são predominantemente por conta própria , excepto nos Açores, em que ela é também por arrendamento.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Vermelha e Cadaval unidos pela Agricultura.

A Vermelha e o Cadaval fazem parte da região Oeste, são portanto duas terras primordiais da Agricultura, pois têm vastos terrenos agrícolas repletos dos seus belos venhedos e pelos vastos pomeres de fruta. A freguesia da Vermelha está muito associada ao concelho do Cadaval principlamente pela fruta ( maçã e pêra), mas também devido ao vinho "Mundus", o mais conhecido da minha aldeia.
Eu nunca provei, aliás nunca provei vinho, mas segundo o gosto de vários provadores, muitos deles dizem que é bastante saboroso.
Agora em época de vindima, os agricultores têm por hábito levar latões e mais latões de uva. É uma época pequena mas que valhe bem a pena, embora este ano não tenha sido muito proveitosa.
Vêm vários agricultores aqui da zona, nomeadamente, Casais do Pinheiro e Boavista, Dagorda e Palhoça. O cheiro que vem da adega é insuportável, mas o que importa mesmo é o rendimento final. Costuma ser mesmo bastante bom, mas o tempo é um factor condicionante, um contratempo, por vezes, para a apanha das uvas e assim torna-se bastante pejurativa a comercialização do vinho.

by: me, myself and I! XD lol

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Características da População Agrícola

Relativamenta à população agrícola portuguesa e fazendo uma avaliação entre 1950 e 2001, regista-se um grande decréscimo na mesma, houve realmente uma diminuição muito significativa da população agrícola portuguesa, devido à modernização da agricultura e devido também ao aparecimento de novos sectores de actividade. Com o tempo foi surgindo cada vez, mais sectores de actividade, principalmente de actividade terciária, o que levou a haver menos população analfabeta, e consequentemente à tal diminuição da população agrária.

Falando da estrutura etária, regista-se uma grande percentagem da população com idades superiores a 60 anos de idade a trabalhar no sector agrícola, ou seja, a população idosa, regista-se precisamente o contrário em relação à populaçõa jovem com idades inferiores a 25 anos de idade, que são o grupo etário menor a trabalhar na agricultura. Distributivamente por sexos, na agricultura são mais os homens que trabalham que as mulheres, registando já elas uma modera percentagem de 23,2%.

Quanto ao nível de instrução dos agricultores, pode-se verificar que aproximadamente 49% da população agrícola apenas tem o 1º ou 2º ciclo de escolaridade, e em segundo segue-se a população que não sabe ler nem escrever ( analfabetos ), que registam uma percentagem de aproximadamente 17% e depois em 3º os que apenas sabem ler e escrever com uma percentagem de 16% ( aproximadamente ).

E finalmente, falando da formação profissional, só uma pequena parte da população agrícola recebe ensino profissional (3,6%). A maior parte da população agrícola (80,9%), apenas tem formação exclusivamente prática, o que constitue um entrave ao desenvolvimento na agricultora. E depois existe ainda uma parte da mesma que não tem qualquer formação profissional (15,5%).

Nota: Estas informações variam de 1999 para 2002 , respectivamente.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Mais sobre mim! =)

Olá eu sou o Rúben Nunes, sou do 11º C nº 17, frequento o curso de ciências sócioeconómicas na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro. Este blog destina-se ( talvez restritamente ) ao uso deste respectivo para a disciplina de Geografia leccionada pelo professor António Xavier.
Neste blog, farei um webfólio, ou seja, um portofólio, mas na internet.
Já frequentei, à 2 anos, a escola Secundária de Montejunto, da qual já tenho saudades, bem como dos meus amigos, que alguns lá ficaram, e dos quais espero vir a encontrar em breve.
O ano passado, quando vim para esta escola, era tudo novo para mim, não conhecia ninguém, mas acabei por me juntar a duas raparigas, que no início me pareceram simpáticas, mas que acabaram por me desiludir completamente.
Fui-me juntando mais um pouco à turma, pois eu não sou muito sociável e até confesso que a turma que tenho não é má, mas podia ser melhor. Tenho novos amigos, muito fixes ;), e que me dão muito apoio, mesmo quando estou em baixo, eles lá estão para me ajudar.
Este ano lectivo, espero que me corra bem, que tenha boas notas ( especialmente a geografia :P ) e que possa vir a ter boa nota no webfólio, pois vou fazer por isso. XD

P.S.: Desculpem o testamento!